Bolsonaro e Lula: quando silêncio é estratégia? Campanhas têm desafio de segurar falas polêmicas

Em primeiro de maio, Lula disse que “o Bolsonaro não gosta de gente, gosta de policiais”. O petista voltou atrás no mesmo dia e pediu desculpas à categoria, dizendo que “temos que tratar os policiais como trabalhadores”. Já Bolsonaro voltou a atacar o STF, na mesma data, e chamou os ministros da corte de “inimigos”. Declarações como essas atrapalham o planejamento das campanhas de ambos os candidatos ao Planalto, e suas equipes sabem que, em determinadas ocasiões, o silêncio é um aliado. Este é o tema do Timing Político desta quarta-feira (4), que conta com a participação do analista de política da XP Paulo Gama, do presidente do Instituto Locomotiva Renato Meirelles e do professor do Insper Carlos Melo.

Notícias da Semana:

Lula estampa capa da TIME: ‘o líder mais popular do Brasil busca um retorno à Presidência’:

Mourão diz que governo não tem dinheiro para reajuste de 27% pedido por servidores do BC:

Simone Tebet lidera apostas de analistas políticos para nome único da ‘3ª via’:

Lula diz que não será fácil mudar reforma trabalhista e defende eleição de aliados para o Congresso:

Bolsonaro diz para DiCaprio “ficar de boca fechada” sobre preservação ambiental no Brasil:

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