A Venezuela anunciou a libertação de 533 pessoas que estavam detidas por participação em protestos contra o governo, em um gesto que busca aliviar a pressão internacional. O anúncio foi feito pelo presidente Nicolás Maduro. Ele afirmou que a medida faz parte de um esforço para promover a reconciliação nacional. As prisões ocorreram durante manifestações dos últimos anos, em meio a uma grave crise econômica e social no país. Segundo organizações de direitos humanos, mais de 2 mil pessoas ainda permanecem detidas por motivos políticos, e a libertação é vista como um passo positivo, mas insuficiente, para abordar as preocupações sobre a repressão no país.
Maduro aproveitou a oportunidade para chamar os opositores ao diálogo e reforçar seu compromisso com a paz, em um momento em que a Venezuela enfrenta sanções internacionais e um isolamento crescente. A libertação dos detidos pode ser interpretada como uma tentativa de melhorar a imagem do governo e facilitar a busca por um entendimento político em um cenário marcado por tensões e divisões. Enquanto isso, a comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos, aguardando ações concretas que garantam a liberdade e os direitos humanos na Venezuela.
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