Eleições na Hungria colocam direita na mira | Mapa de Risco

Neste domingo (12), a Hungria vai às urnas para decidir o que pode ser o fim de 16 anos do governo de Viktor Orbán. Querido pelo bolsonarismo e aliado de Putin, o atual primeiro-ministro húngaro é visto como um empecilho para líderes da União Europeia e atrai a revolta de jovens que querem se aproximar do Ocidente. Ao mesmo tempo, a derrota de Orbán pode acender um sinal amarelo para a direita – e a um modelo de governo que traz expoentes em todo o mundo.

O que está em jogo? E o que eleições no Leste Europeu podem significar para o Brasil – que também terá eleições nacionais este ano? Entenda nesta edição especial do Mapa de Risco. Apresentado por Marina Verenicz, o programa traz a participação de Bruno Soller, cientista político e sócio da RealTime BigData.

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