Em uma reviravolta, o Parlamento aprovou a derrubada da lei marcial de emergência declarada pelo presidente poucas horas antes. A medida, que tinha o objetivo de combater ameaças da Coreia do Norte e garantir a segurança interna, foi considerada inconstitucional pela oposição, que mobilizou esforços para reverter a decisão do governo. A votação ocorreu em meio a um clima de intensa polarização política, com o presidente enfrentando críticas por sua gestão.
A oposição, que detém a maioria no Parlamento, argumentou que a lei marcial ameaçava as liberdades civis e a democracia no país. O presidente da Coreia do Sul declarou lei marcial de emergência, acusando a oposição de colaborar com a Coreia do Norte. Em um discurso televisionado nesta terça-feira, 3 de dezembro, ele afirmou que a medida seria necessária para proteger a liberdade e a segurança do povo sul-coreano diante das ameaças comunistas. Desde que assumiu o cargo em 2022, o presidente do país enfrenta dificuldades em avançar sua agenda legislativa devido ao controle opositor no parlamento.
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