Em agosto, o JP Morgan rebaixou o Brasil. Tiraram a recomendação de “comprar acima da média” e colocaram em neutro.
Os motivos eram claros: sem corte de juros no Brasil esse ano, atividade desacelerando, crédito piorando e eleições no horizonte.
E foi exatamente esse ponto de virada que eles citaram.
Naquele dia, os estrangeiros tiraram R$ 4,7 bilhões da nossa bolsa num único pregão. Saímos dos 200 mil pontos e fomos parar em 167 mil.
Agosto inteiro fechou como o terceiro maior mês de saída de capital estrangeiro desde 2008. Só perde pra fevereiro e março de 2020, no auge da pandemia.
O mercado sempre te avisa antes. Quem escuta, se protege. Quem ignora, paga.