Nesta segunda-feira, 17 de fevereiro, a França sedia uma cúpula de líderes europeus para discutir a guerra na Ucrânia e a segurança na Europa. A reunião ocorre em um contexto de crescente preocupação sobre a possibilidade de que os Estados Unidos, sob a liderança do presidente Donald Trump, possam negociar um acordo de paz com a Rússia sem a participação da Ucrânia. O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, confirmou que a cúpula reunirá os principais países europeus, mas não deve ser “dramatizada”.
A cúpula é uma resposta às recentes declarações de Trump, que afirmou ter conversado com Vladimir Putin sobre a guerra e que a Europa não teria um papel ativo nas negociações. O presidente francês, Emmanuel Macron, já se posicionou a favor de uma maior autonomia europeia em questões de segurança e expressou apoio ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
Participarão da reunião, entre outros líderes, o chanceler alemão Olaf Scholz, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, que também se comprometeu a enviar tropas britânicas para a Ucrânia em uma missão de manutenção da paz.
Com a situação na Ucrânia completando três anos de conflito, a cúpula representa uma oportunidade crucial para que a Europa formule uma resposta coesa e eficaz diante das tensões com a Rússia, enquanto busca garantir a segurança de seus aliados e a soberania ucraniana.
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